HAARP: a arma do futuro

Por Pedro Salomão

Não sei se todos têm conhecimento, mas os Estados Unidos possuem o maior arsenal bélico de todos os tempos. É gasto por ano dezenas de bilhões de dólares em equipamento ultra-sofisticado, tudo para mostrar ao mundo seu poderio militar – causando medo e (des)“ordem”. Sob seus domínios estão equipamentos mil; desde armas brancas, biológicas, bem como nucleares, até aparelhamento de descontrole climático. Sobre esse último queria falar mais um pouco.

O aquecimento global é a maior preocupação mundial do momento. Pesquisadores, ativistas, mídia, todos os aparatos ideológico das sociedades apelam para o controle do desmatamento, do exagero no consumo de água, da poluição causadas pelas fábricas e tantas outras especulações que estariam causando um colapso na biosfera. A conseqüência de tal utilização errônea da natureza é nos demonstrado todos os dias; catástrofes ambientais que mutilam nações inteiras – como a do Haiti, Japão e recentemente nas Filipinas.

No entanto, convido-os a olhar tal problema por um viés diferenciado dos mostrados até então, este se chama “Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Freqüência” (HAARP, em inglês). Programa, inaugurado nos EUA em 1993, visa “compreender melhor o funcionamento das transmissões de ondas de rádio na faixa da ionosfera, parte superior da atmosfera” buscando melhorar a captação de freqüências, o que seria de grande valia tecnológica na área das multi-comunicações – rádios, celulares, GPS, dentre outras. Basicamente esse exame tenta entender, monitorar e mudar a “interação entre o planeta e o sol [emissor natural de tais ondas]”.

Todavia, a injeção de energia das antenas do HAARP causa um superaquecimento da ionosfera, o que pode aumentar em alguns graus centígrados o clima de regiões receptivas a carga. Um dado curioso está na presença dessas antenas em outros países do mundo; no que diz respeito à Noruega não se trata de grande ameaça, mas as coisas se complicam quanto ao outro país portador do projeto, a Rússia.

Inimigo ferrenho do Império estadunidense desde os tempos da Guerra Fria, os antigos “comunistas” chegaram a questionar o uso do HAARP pelos EUA para fim exclusivamente tecnológico-social. Uma vez que, com tais instrumentos “seria possível controlar placas tectônicas, temperatura atmosférica e até mesmo o nível de radiação que passa pela camada de ozônio”. Para além da mera alusão dos ex-soviéticos, reside a análise bélica como fator de controle dos Estados Unidos para com o mundo.

Os efeitos das antenas do Projeto HAARP vão de “mapeamento de todo o planeta em poucos minutos” à manipulação de mentes – “enviando as informações para toda a população em freqüências que não poderiam ser captadas por aparelhos, o que facilitaria uma “lavagem cerebral”” em grandes proporções – dizem por ai que o Irã será cobaia.

Como citei acima, catástrofes naturais é parte do script jornalístico atual, partindo desse pressuposto se faz necessário, a título de exemplificação [um tanto quanto conspiratória], a reavaliação das tragédias em Haiti, Japão e, recentemente, Filipinas. O conjunto dessas tragédias computa mais de 200 mil mortes e países destroçados. No tocante ao Japão, os danos econômicos foram enormes, mas o país ainda figura como potência mundial. O pior estava/está guardado para as zonas periféricas do sistema capitalista. Haiti e Filipinas nunca configuraram como grandes países em termos meramente econômicos, mas o que era ruim tornou/torna-se um caos, afinal, com tamanha destruição abrem-se as portas para as sanguessugas “ajudas humanitárias” – e o Brasil figura dentre essas.

Podemos achar tudo isso mera “conspiração barata”. Talvez os Estados Unidos estejam criando apenas evoluções tecnológicas que o mundo inteiro – leia-se, burguesia – usufruirá em seus belos celulares e Ipads. Contudo, não é bem isso que a “musa Histórica” nos afirma sobre o Império de Azazel – que investe mais de $200 milhões ao ano com esse projeto ainda misterioso.

Em um mundo armado até os dentes, quem controla o clima é “rei”.

*Os trechos aqui expostos partem de um dossiê encontrado em techmundo.

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