Novas estratégias para guerreiros

Por Pedro Salomão

Então ele disse: Ouve, pois, a palavra do SENHOR: Vi ao SENHOR assentado sobre o seu trono, e todo o exército do céu estava junto a ele, à sua mão direita e à sua esquerda (1 Reis 22:19).

Uma discussão que ainda não possui síntese é a questão das ações bélicas de Deus. No Velho Testamento é nítido o apoio de Deus ao povo de Israel – descendentes de Moisés (grande patriarca que conduziu o povo de Deus por longos anos). Podemos ler histórias fantásticas como a de Josué e a destruição dos amorreus, bem como humanóides gigantes. Também a bela história do profeta Elias que tentava alertar o rei Acabe das suas transgressões – muitas das vezes incentivadas pela sua esposa humanóide Jezabel. Dentre tantos outros grandes nomes como Davi e Salomão. A idéia que buscamos aqui é demonstrar que Deus era com àquele povo e lutou a seu favor – maciçamente contra inimigos humanóides.

Era àquela época muito diferente dos dias atuais. A guerra era uma forma, sobretudo, de sobrevivência e a fé em Deus ardia nos corações dos seus servos. Mas, por que hoje não podemos lutar contra a carne? Qual a explicação para a advertência do apóstolo Paulo de Tarso ao nos alertar no livro aos Efésios (6: 12) que “não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais”? Seria Deus outro e não aquele dos grandes Reis de Israel? De maneira nenhuma. Deus é o mesmo ontem, hoje e eternamente. Amém.

Vivemos em um mundo, como já o disse, extremamente diferente daquele vivenciado por Israel – sobretudo nas questões econômicas e sociais. Por conseguinte, as guerras também tomaram outras proporções. À medida que se aproxima do fim dos tempos, a nossa luta começa a se transfigurar na sua real face: a espiritual. Não somos menos combatentes por não pegarmos em armas, ao contrário, vivemos em constantes batalhas em um mundo onde a esperança de modificações tornou-se uma imensa letargia. Devemos, pois, apegar-nos a Deus e rogar ao Pai que nos purifique a cada momento, pois, verdadeiramente, a jornada de batalhas espirituais tende a crescer num ritmo maior que a guerra material. Bem sabemos que este mundo jaz no outro mundo.

Guerreiros, Deus é conosco! Lutemos, pois, espiritualmente, combatendo sempre os desgraçados anjos caídos e seus filhos humanóides!

Preparai o escudo e o pavês, e chegai-vos para a peleja (Jeremias 46:3).

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