Bashar al-Assad: um genocida ameaçado

Ultimamente, temos visto a mídia trazer à tona, mesmo que em rápidas e manipuladas matérias, o caos instaurado na Síria. Desde que a chamada “primavera árabe” [leia-se, manobra euro-estadunidense de domínio econômico] colocou o país em rota de colisão com o então ditador Bashar al-Assad, muitos morreram. Um dos casos mais brutais foi o Massacre de Houla, que deixou 108 mortos – dentre eles, 49 crianças. Enquanto al-Assad  acusa países do exterior [como França e Estados Unidos] de conspiração, muitos inocentes estão com os dias de vida contados. O que podemos dizer sobre tudo isso? O que importa nesse momento, para ambos os lados, sem dúvida, não é a população, mas uma queda-de-braço para medir quem manda e quem obedece. Uma vaidade política que já levou consigo milhares de pessoas. Evidencias que nos atestam o final dos tempos.

As mentiras de um genocida

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