China Sonangol: mais um explorador que sangra a África

Não é de hoje que a África é alvo da rapinagem cometida pelas potências mundiais. Sempre fitando os lucros encontrados nas abundantes reservas de petróleo e minerais preciosos, esses países industrializados deixaram um rastro de morte – muitas vezes, com requintes de crueldade – em todo continente africano.

Mas, se enganam os que interpretam o termo potência, aqui exposto, como sendo, tão somente, Estados Unidos e Europa. Com a mundialização do capitalismo, sobretudo, a partir do final dos anos 80, outros países que não figuravam no cenário econômico vieram à tona, e um deles merece destaque: a China.

Com uma crescente economia baseada, principalmente, no setor de exportação de produtos industrializados – com preponderância ao trabalho escravo – o país asiático, tendo o maior número de habitantes do mundo, tornou-se um dos expoentes do despotismo ao operariado. Ganhou notoriedade não apenas por seu vertiginoso crescimento econômico, mas também, por suprir as necessidades de corporações multinacionais [Nike, Adidas, Puma], que visam à maximização do lucro e a mão-de-obra barata. Nesse sentido, a ostentação ocidental de eletrônicos e toda espécie de vestimenta de “marca”, foram construídas por escravos assalariados – muitas vezes, crianças – do outro lado do mundo. É esse o histórico do imperialismo chinês.

Inserido nesse contexto de centralização capitalista e não perdendo o foco inicial, da exploração ao continente africano, encontramos o caso da companhia China-Sonangol – parte de uma rede global de empresas que realiza desde extração de petróleo em Angola, exploração de do ouro no Zimbábue, construção de condomínios de luxo em Singapura e empreendimentos imobiliários em Manhattan. O que parece ser a face pública de um gigantesco empreendimento privado une mais de 60 empresas, incorporadas em Singapura, Hong Kong e em paraísos fiscais como Bermuda, Ilhas Virgens Britânicas e as Ilhas Cayman.

Ao analisar minuciosamente este novo “poderio financeiro”, notamos o rastro da rapinagem chinesa em territórios africanos. Como toda corporação centralizadora, seu caminho está marcado por sangue, muitas vezes de inocentes, e lucros que favorecem uma maligna elite. Como exemplo para comprovarmos essas acusações, citamos o massacre na Guiné, durante o regime militar encabeçado pelo humanóide capitão Moussa Dadis Câmara;

O tenebroso dia 28 de setembro de 2009, foi marcado por muito sangue. Militares guineanos abriram fogo contra um protesto pacífico frente ao regime militar, deixando mais de 150 mortos e mais de 1200 feridos – centenas de mulheres foram estupradas. E quem financiava o governo despótico àquela época? Justamente a China Sonangol.  O potencial do negócio chegava a bilhões de dólares, já que a Guiné tem as maiores reservas de bauxita do mundo, além de reservas inexploradas de minério de ferro. Ou seja, para os investidores chineses não importava o Terrorismo de Estado contra a população, mas, tão somente, os espólios de mais uma rapina.

Massacre financiado pela China Sonangol na Guiné

Sendo assim, podemos concluir que o interesse por detrás do nefasto capitalismo prolifera seus tentáculos a todos os rincões do mundo. A ambição pelo lucro não fica recluso apenas aos Estados Unidos e Europa, mas se estende, como vimos, a China e tantas outras elites ao redor do planeta. Entretanto, é necessário entender todo esse engenhoso plano de dominação, que emana de uma força controladora, para além do materialismo, pois, todos esses líderes sanguinários são partes integrantes de uma estratégia ainda maior, que visa à implantação de um governo único, também conhecido como Ditadura do Anticristo. Seu chefe? O Inimigo Cósmico, Satanás. Essa é a História que não se conta por ai, pois estava camuflada, mas que agora se faz evidente aos nossos olhos. Quem tem ouvidos, ouça.

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