Manipulação embrionária: uma estratégia maligna

Em 1932, o escritor britânico, Aldous Huxley, escreveu uma das obras mais lidas do mundo, Admirável Mundo Novo. Mas, a diferença entre esse escrito e os outros de ficção científica está no seu conteúdo certeiro do que seria o futuro. Huxley descreveu um mundo em que os bebês eram produzidos em um grande laboratório estatal. De acordo com as intervenções a que os embriões eram submetidos, as crianças eram, desde antes no nascimento, divididas em castas sociais. O que parecia apenas mais um best-seller, ganha contornos realistas nessa aurora do novo milênio.

À medida que nos aproximamos do fim dos tempos, percebemos o ataque do Inimigo de forma cada dia mais bizarra. Em sua missão paranóica de querer ser Deus, alguns cientistas, movidos pela vaidade, criaram um mecanismo que tornou possível escanear o DNA de embriões com poucos dias de vida, retirando uma célula deles. O procedimento, chamado de Diagnóstico Pré-Implantacional (DPI), dá a possibilidade de escolher o sexo do bebê e selecionar embriões livres de mais de 300 doenças e anormalidades genéticas. Em um futuro próximo, ele também poderá ser usado para escolher a cor dos olhos e dos cabelos e várias outras características – gerando bebês potencialmente imunes a problemas como miopia e diabete. Todavia, o que parece ser um avanço científico maravilhoso, é, na verdade, o prenúncio da substituição dos humanos, que permanecerão para o Período Tribulacional, por seres sintéticos, criados em laboratórios para servir aos desígnios do anticristo.

A história, supostamente, começou em 1998, quando o geneticista French Anderson, da Universidade do Sul da Califórnia, causou polêmica ao inserir o gene de um rato no embrião de um camundongo, o que fez com que ele crescesse o dobro do esperado para sua espécie. Quando o camundongo “gigante” nasceu, o gene alienígena estava em todas as suas células, inclusive nos gametas, o que quer dizer que seus filhos e netos também seriam gigantes. Isso sugeriu que, em tese, seria possível criar uma raça de seres modificados.

Apesar de ter caído no esquecimento, após matar uma jovem de 18 em suas experiências, a pesquisa de French Anderson já era realidade muito antes dele ter descoberto tais evidencias. Colônias subterrâneas, como a localizada no triangulo das Bermudas, controladas por anjos caídos, já fabricavam – e permanecem fabricando – seres semelhante aos humanos, e, o pior, essas anomalias malignas convivem conosco no dia-a-dia. Como alertou Judas (irmão de Jesus) em sua epistola, “Estes são manchas em vossas festas de amor, banqueteando-se convosco, e apascentando-se a si mesmos sem temor; são nuvens sem água, levadas pelos ventos de uma para outra parte; são como árvores murchas, infrutíferas, duas vezes mortas, desarraigadas (Judas 1:12).

A manobra que a ciência está fazendo é um processo de aceitação prévia. Ou seja, eles lançam boatos sobre tais pesquisas para que os seres humanos se conformem com a idéia de que isso é parte do progresso, rumo à modernidade. Quando tudo se enquadra na normalidade cotidiana das pessoas, se revelam. É assim que aconteceu com a maioria das tecnologias avançadas e parece ser essa a estratégia adotada também nesse caso. Por isso, amados, não se surpreendam quando ELES se apresentarem ao mundo, mostrando quem realmente são. Sem dúvida, o que não faltou foi aviso.

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