Radicais islâmicos executam mulher a sangue frio

Nos arredores de Cabul os talibãs executaram perante cerca de 150 testemunhas uma mulher acusada de adultério. Dezenas de homens, sentados no chão ou nos telhados das casas, observam a mulher coberta por um véu. A acusada, sentada, ouve a sentença de morte sem mover-se ou tentar escapar. Friamente o juiz anuncia a sentença:

“Esta mulher, filha de Sar Gul, irmã de Mustafá e esposa de Juma Jan, fugiu com Zemarai. Não a viram no povoado durante mais ou menos um mês. Mas, por sorte, os mujahedines a pegaram. Não podemos perdoá-la. Juma Jan, seu marido, tem o direito de matá-la”.

Em seguida, é entregue um fuzil Kalashnikov a um homem vestido de branco, que se coloca por trás da acusada.

Ao grito de “Alá akbar” (Deus é grande), o homem dispara duas vezes na direção da mulher, errando o alvo. A terceira bala atinge a cabeça da vítima, que cai por terra. O que não impede o marido de disparar mais dez vezes contra ela.

As contradições desse atos nefastos podem ser encontradas nas estatísticas da organização não-governamental Oxfam, onde aponta que 87% das afegãs afirmam ter sido submetidas a violências físicas, sexuais ou psicológicas, ou a um casamento forçado.

No link abaixo você pode assistir a execução.

http://pt.euronews.com/2012/07/08/afeganistao-talibas-executam-mulher-perto-de-cabul/

 

adaptado do site: globo

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