EMPRESA SONHA COM “REALITY SHOW” DIRETO DE MARTE EM 2023

A chegada do robô Curiosity ao Planeta Vermelho desencadeou uma espécie de “entusiasmo por Marte” e, como a imaginação humana não conhece limites, a empresa Mars One anunciou o projeto de um “reality show” direto da superfície marciana em 2023. A iniciativa, do engenheiro holandês Bas Lansorp, conta com a colaboração de especialistas em diversas áreas científicas e técnicas, além do apoio do Prêmio Nobel de Física Gerardus’t Hooft, que está entre aqueles que acreditam que o projeto é viável.

A ideia do programa é simples, porém sua realização é inversamente complicada. O projeto consiste no envio de um grupo de astronautas a Marte para que suas vidas possam ser acompanhadas em tempo real aqui na Terra. A ideia é que os espectadores possam ver qual a rotina e o trabalho desses cosmonautas.

Além de algumas polêmicas éticas em torno da ideia, também existem os problemas técnicos, já que não ficou claro como seria a viagem dos participantes de volta à Terra. Por enquanto, a humanidade conta apenas com robôs em Marte. Transformar essa missão em um reality show é um desafio hoje possível apenas nos roteiros dos filmes. Contudo, não há limites quando o assunto em questão é o entretenimento humano.

 

 

 

DESCOBERTA DE NOVA ESPÉCIE “HUMANA” É CONFIRMADA NO QUÊNIA

Antropólogos descobriram, no norte do Quênia, fósseis de indivíduos pertencentes a uma espécie do gênero Homo que conviveu com o Homo Erectus há cerca de dois milhões de anos. O achado coloca em dúvida noções amplamente aceitas, como a de que os seres humanos evoluíram de primatas ancestrais. A descoberta é parte do Projeto de Pesquisa Koobi Fora, liderado pela britânica Meave Leakey e sua filha queniana, Louise Leakey, ambas paleontólogas.

Este estudo, publicado pela revista Nature, serve de resposta a uma incógnita que teve início em 1972, quando foi descoberto na mesma região um crânio que não tinha qualquer semelhança com outros da mesma época. Desse modo, surgiu a suspeita de que, na verdade, outras espécies de Homo haviam convivido com o Homo Erectus durante o Pleistoceno – entre 2,5 milhões de anos e 11,5 mil anos.

Agora é possível afirmar que aquele crânio de 40 anos atrás pertencia a um Homo Rudolfensis, assim como este último fóssil encontrado. A pergunta que se faz e que adiciona complexidade à história humana é: além do Homo Habilis e, agora, do Homo Rudolfensis, quantas outras espécies de Homo coexistiram com nossos ancestrais diretos e como isto influenciou nossa evolução?

 

 

 

Aglomerado estelar gera 740 novas estrelas por ano

Cientistas da Nasa anunciaram nesta quarta-feira (15) a descoberta de uma “supermãe” espacial, com a ajuda do telescópio de raios-X Chandra. O aglomerado estelar, batizado de Fênix, “dá à luz” 740 estrelas por ano – para efeito de comparação, a nossa galáxia, a Via Láctea, gera uma mísera estrela anualmente.

O aglomerado Fênix está a 5,7 bilhões de anos-luz da Terra e é o maior emissor de raios-X já visto.

O Cosmos é um mistério.

FIM DOS TEMPOS: Rebeldes sírios atiram corpos pela janela

E, quando ouvirdes de guerras e de rumores de guerras, não vos perturbeis; porque assim deve acontecer; mas ainda não será o fim […] Aprendei, pois, a parábola da figueira: Quando já o seu ramo se torna tenro, e brota folhas, bem sabeis que já está próximo o verão. Assim também vós, quando virdes sucederem estas coisas, sabei que já está perto, às portas.  [Marcos 13:7; 28-29]