DESCOBERTA DE NOVA ESPÉCIE “HUMANA” É CONFIRMADA NO QUÊNIA

Antropólogos descobriram, no norte do Quênia, fósseis de indivíduos pertencentes a uma espécie do gênero Homo que conviveu com o Homo Erectus há cerca de dois milhões de anos. O achado coloca em dúvida noções amplamente aceitas, como a de que os seres humanos evoluíram de primatas ancestrais. A descoberta é parte do Projeto de Pesquisa Koobi Fora, liderado pela britânica Meave Leakey e sua filha queniana, Louise Leakey, ambas paleontólogas.

Este estudo, publicado pela revista Nature, serve de resposta a uma incógnita que teve início em 1972, quando foi descoberto na mesma região um crânio que não tinha qualquer semelhança com outros da mesma época. Desse modo, surgiu a suspeita de que, na verdade, outras espécies de Homo haviam convivido com o Homo Erectus durante o Pleistoceno – entre 2,5 milhões de anos e 11,5 mil anos.

Agora é possível afirmar que aquele crânio de 40 anos atrás pertencia a um Homo Rudolfensis, assim como este último fóssil encontrado. A pergunta que se faz e que adiciona complexidade à história humana é: além do Homo Habilis e, agora, do Homo Rudolfensis, quantas outras espécies de Homo coexistiram com nossos ancestrais diretos e como isto influenciou nossa evolução?

 

 

 

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