Enquanto o Caminho da Graça ainda reluz

Não precisa ir muito longe para perceber o estágio miserável na qual o planeta se encontra, basta respirar. E não atesto isso apenas com relação à matéria, mas, sobretudo, com a erosão espiritual. O cenário é ainda mais trágico quando descobrimos que a doença causadora de tamanha degeneração, o pecado, é concebida por grande parcela social, ao longo da história, como parte de um mito. Uma interpretação figurativa para a definição do erro. Este engano é fatal.

 O contexto vivenciado atualmente é o que a Bíblia chama de “princípios das dores”. Segundo as Escrituras, um processo profético que representará o começo de um estágio crítico por que o mundo irá passar. Suas características já podem ser sentidas; caos ético-moral, guerras, crises financeiras, fome, mortes em massa, mazelas que estão levando a humanidade, inevitavelmente, ao abismo. Nesse sentido, à beira de uma tragédia de proporções planetárias já sentimos que o próximo passo é iminente; o Arrebatamento. Mas, até chegar a este Evento Grandioso, muita coisa irá acontecer e, invariavelmente, para pior. A proliferação do pecado já consumiu muitos setores da sociedade e a tendência é que corroa mais e mais, tragando os navegantes desatentos. Desse ângulo percebemos que o conhecimento do Caminho é importantíssimo para sabermos nos proteger das parasitas desse sistema maldito. Afinal, como alertou o filósofo Platão, o mundo sensível é direcionado pelo mundo inteligível, racional e perfeito. Assim sendo, todas as ações dos homens no tempo deve ser encarada de um ângulo que lhe dê uma visão cósmica e não somente terrena. Só assim a pessoa entenderá onde está, porque está e como deve estar. Isto porque, o vão entendimento materialista venda o senso crítico mais aguçado do indivíduo sobre quem ele é em essência. Isto se dá, em grande parte, através dessa realidade recheada de avanços tecnológicos – os quais viabilizam um instantâneo fluxo de informações – onde a mídia alcança os múltiplos grupos sociais, invadindo seus lares e vampirizando suas mentes, utilizando-se de um bombardeio de propagandas milimetricamente preparadas com um veneno ideológico que transforma a humanidade em escravos mentais, corpos dóceis, consumistas alienados, inertes perante a desgraça. Em meio a este cenário trágico nos encontramos, muitas vezes, perdidos “como meninos inconstantes, levados de um lado para outro por todo o vento de doutrina, pelo engano de muitos homens que com astúcia corrompem fraudulosamente” (Carta aos Efésios 4:14). Sentimos-nos impotentes perante o mal, em um mundo governado por seres que só conhecem o ódio, a arrogância e a malevolência.

 Alertamos, contudo, que apesar de tudo isso, há esperança e o Caminho ainda reluz, convocando os seus últimos Guerreiros, que devem resistir até o fim. Não se trata de uma compreensão meramente material, mas de um reconhecimento tão íntimo que chega a penetrar “até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, [capaz de] discernir os pensamentos e intenções do espírito” (Hebreus 4:12). Enfim, afirmamos que não há outra saída a não ser encontrarmos a nós mesmos e nos ligarmos ao Foco Supremo da redenção de nosso Corpo, individual e coletivo, que é aprender, apreender e fazer a Vontade Suprema Daquele que é a Força Motriz de nosso movimento ao longo dos tempos. Pois, só em Cristo há salvação.

Paz.

A irracionalidade da razão

Quem poderia responder a nossas indagações mais internas; a razão ou o Amor?       

Por Adversus

A essência da sociedade moderna é a racionalidade. Desde que a lógica antropocêntrica iluminista suprimiu a crença medieval, os supostos eruditos racionais ganharam terreno. Excomungaram a religião e toda idéia do suposto deus, criminoso e gerador de alienados. Naquele período, o que estivesse ligado à doutrina pseudo-cristã era um traço irracional para a compreensão da totalidade. Assim, a substituta ideológica da vaga deixada pelo catolicismo foi à razão.

A lógica antropocêntrica teve que redesenhar o conceito do homem sobre si próprio e, consequentemente, a sociedade que o circundava. O avanço científico foi um aliado nessa nova formulação ontológica, entretanto, o conhecimento humano, que na Grécia percorreu os mistérios do “ser”, agora, com o avanço industrial, passou a interessar-se pelos segredos do ter. Sob esse viés, podemos notar que o antropocentrismo levou o ego humano a uma escala tal, que o econômico ditava [e ainda dita] as regras sociais.  Ou seja, podemos evidenciar que a razão foi se desenvolvendo juntamente com a superestrutura econômica, na qual estamos fundamentados.

Esse caminho favoreceu a classe burguesa que, ao longo do século XIX, propagou o liberalismo econômico como característica preponderante aos países que almejavam o “progresso”. A trilha de cada elite local levou o povo a um engendramento àquele ideal de modernidade, onde cada indivíduo passava a corroborar com uma ética “não-ética” de lucros proveniente da exploração de si próprio por uma minoria que lhe prometia um Estado democrático. Dessa forma, o ideal progressista industrial levou o povo a um pensamento de auto-subdesenvolvimento onde a tecnologia foi – e ainda o é – a cura de todos os males sociais e isso é-nos profetizado pelos seus sacerdotes, os economistas. Nesse sentido, voltamos à estaca zero; se a sociedade era doutrinada e alienada pela religião e todo seu deturpado aparato teológico, o que nos leva a crer que agora, encabrestados pela lógica racional de um sistema antropocêntrico, somos mais livres? Estaria errado em admitir que tanto um quanto o outro não nos dá a resposta exata de como devemos agir frente ao nosso habitat? Se a lógica medieval foi destruidora, seríamos equivocados em assumir que o saldo do racionalismo foi igual ou pior que a sua antecessora? E que o fracassado antropocentrismo não conseguiu ordenar, mas, ao contrário, alimentou o monstro chamado ego? Nesse sentido, podemos afirmar que já vivemos na perigosa doutrina egocêntrica racionalista – característica essencial dos psicopatas? Desse modo, exageraríamos em afirmar, veementemente, que são eles os dominadores desse mundo?

Ora, não estamos errados em garantir que tanto a religião do medievo quanto a racionalidade moderna não só iludiu o homem quanto a sua essência, mas o distanciou da Verdade Cósmica, deixando-o a deriva de uma historia ilógica. Afinal, a ciência ainda não conseguiu comprovar a questão elementar de nossa existência, que é; Qual o sentido da vida? Acaso encontraríamos a resposta no lucro? No prazer efêmero? No culto ao corpo? No status social? Numa sociedade sem classe? Bem sabemos que não! Nenhuma delas conseguiria contemplar o homem com a visão universal, que em seu interior, ele tanto almeja encontrar.

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Dentro de tal contexto ainda nos suscita uma fagulha de esperança, ou estamos fadados ao caos? Se não transcendermos a uma dimensão que nos possibilite enxergar o que somos, incorremos a frustração de uma existência sem sentido. É ai que se encontra à importância da visão Cristológica, pois, é certo que o juramento de Deus aos seus escolhidos está para além do firmamento.

Quando dizemos que a maior alegria de um cristocentrista é saber que não pertence a esse mundo governado pelo Príncipe das trevas, o senso comum logo nos atesta como loucos, vivendo através de um mito. Tamanha ignorância há nesses acusadores racional-materialistas, pois confundem dogmas com o Legítimo Saber. Enquanto o primeiro tem o objetivo de adequar os ensinamentos da Palavra às suas conveniências, interpretando de forma enganosa os ensinamentos de Deus [como o miserável catolicismo medieval], o segundo é a Palavra Viva, que jamais volta vazia – ela é aceita como maná de revitalização da consciência de quem somos perante o Criador, ou atestado da maldição para os que a recusam.

Essa deturpação frente à sabedoria cósmica da História muito se deve pela estratégia do Inimigo na construção das megalópoles regidas por um fluxo urbano-industrial sem limites. As cidades industrializadas e seus avanços tecnológicos, endossadas pela fantasia do progresso rumo à utópica modernidade – muito em voga nesse começo de século XXI – na verdade, é um estaleiro de hiperestímulos que transforma o ser humano em escravos racionalizados; indivíduos com alto grau de arrogância, ganância e toda sorte de males, como outrora advertiu o apóstolo Paulo (II Tim 3: 1-9). A maximização das pessoas não é o maior problema, a grande calamidade se encontra quando notamos que todos os indivíduos estão infectados pela moléstia degenerativa do pecado. Essa pandemia se propaga em grau cada vez mais perigoso, causando toda série de mazelas à proporção que o tempo passa e caminhamos rumo ao julgamento do Todo-Poderoso.

O conjunto de estratégias malignas teve/tem como objetivo maioral; afastar o homem do seu Senhor – o que causou, causa e causará uma névoa obscura em escala planetária. Isso significa que, ao se tornar centro do mundo [antropocentrista], o ser humano nega o Criador e sucumbe ao abismo mundano, torna-se súdito de Satanás e perde as miríades cósmicas de redenção e gozo eterno.

Todavia, na dialética das realidades – sensível e espiritual – a visão científica, que tem como base as explicações pelo mundo dos sentidos físicos, indo, no máximo, ao entendimento do intelecto da alma, é a antítese do Espírito de Deus que habita em nós [humanos], por ser matéria prima da salvação. Ora, sendo a síntese a fase superior do contexto cósmico-dialético, por se tratar da negação da negação – aqui compreendida pelo mundo dos sentidos e da razão – conclui-se que o corpo espiritual – incorruptível e consciente de si e do seu Criador – torna-se o cumprimento do ciclo macrohistórico, que tem como objetivo anunciar a destruição das hostes malignas profetizadas pelo julgamento Divino desde o começo dos tempos. Enfim, será a superação de uma realidade racionalista e pecaminosa por um retorno a paz infindável, de corpos incorruptíveis, vida eterna e amor.

Bashar al-Assad: um genocida ameaçado

Ultimamente, temos visto a mídia trazer à tona, mesmo que em rápidas e manipuladas matérias, o caos instaurado na Síria. Desde que a chamada “primavera árabe” [leia-se, manobra euro-estadunidense de domínio econômico] colocou o país em rota de colisão com o então ditador Bashar al-Assad, muitos morreram. Um dos casos mais brutais foi o Massacre de Houla, que deixou 108 mortos – dentre eles, 49 crianças. Enquanto al-Assad  acusa países do exterior [como França e Estados Unidos] de conspiração, muitos inocentes estão com os dias de vida contados. O que podemos dizer sobre tudo isso? O que importa nesse momento, para ambos os lados, sem dúvida, não é a população, mas uma queda-de-braço para medir quem manda e quem obedece. Uma vaidade política que já levou consigo milhares de pessoas. Evidencias que nos atestam o final dos tempos.

As mentiras de um genocida

China Sonangol: mais um explorador que sangra a África

Não é de hoje que a África é alvo da rapinagem cometida pelas potências mundiais. Sempre fitando os lucros encontrados nas abundantes reservas de petróleo e minerais preciosos, esses países industrializados deixaram um rastro de morte – muitas vezes, com requintes de crueldade – em todo continente africano.

Mas, se enganam os que interpretam o termo potência, aqui exposto, como sendo, tão somente, Estados Unidos e Europa. Com a mundialização do capitalismo, sobretudo, a partir do final dos anos 80, outros países que não figuravam no cenário econômico vieram à tona, e um deles merece destaque: a China.

Com uma crescente economia baseada, principalmente, no setor de exportação de produtos industrializados – com preponderância ao trabalho escravo – o país asiático, tendo o maior número de habitantes do mundo, tornou-se um dos expoentes do despotismo ao operariado. Ganhou notoriedade não apenas por seu vertiginoso crescimento econômico, mas também, por suprir as necessidades de corporações multinacionais [Nike, Adidas, Puma], que visam à maximização do lucro e a mão-de-obra barata. Nesse sentido, a ostentação ocidental de eletrônicos e toda espécie de vestimenta de “marca”, foram construídas por escravos assalariados – muitas vezes, crianças – do outro lado do mundo. É esse o histórico do imperialismo chinês.

Inserido nesse contexto de centralização capitalista e não perdendo o foco inicial, da exploração ao continente africano, encontramos o caso da companhia China-Sonangol – parte de uma rede global de empresas que realiza desde extração de petróleo em Angola, exploração de do ouro no Zimbábue, construção de condomínios de luxo em Singapura e empreendimentos imobiliários em Manhattan. O que parece ser a face pública de um gigantesco empreendimento privado une mais de 60 empresas, incorporadas em Singapura, Hong Kong e em paraísos fiscais como Bermuda, Ilhas Virgens Britânicas e as Ilhas Cayman.

Ao analisar minuciosamente este novo “poderio financeiro”, notamos o rastro da rapinagem chinesa em territórios africanos. Como toda corporação centralizadora, seu caminho está marcado por sangue, muitas vezes de inocentes, e lucros que favorecem uma maligna elite. Como exemplo para comprovarmos essas acusações, citamos o massacre na Guiné, durante o regime militar encabeçado pelo humanóide capitão Moussa Dadis Câmara;

O tenebroso dia 28 de setembro de 2009, foi marcado por muito sangue. Militares guineanos abriram fogo contra um protesto pacífico frente ao regime militar, deixando mais de 150 mortos e mais de 1200 feridos – centenas de mulheres foram estupradas. E quem financiava o governo despótico àquela época? Justamente a China Sonangol.  O potencial do negócio chegava a bilhões de dólares, já que a Guiné tem as maiores reservas de bauxita do mundo, além de reservas inexploradas de minério de ferro. Ou seja, para os investidores chineses não importava o Terrorismo de Estado contra a população, mas, tão somente, os espólios de mais uma rapina.

Massacre financiado pela China Sonangol na Guiné

Sendo assim, podemos concluir que o interesse por detrás do nefasto capitalismo prolifera seus tentáculos a todos os rincões do mundo. A ambição pelo lucro não fica recluso apenas aos Estados Unidos e Europa, mas se estende, como vimos, a China e tantas outras elites ao redor do planeta. Entretanto, é necessário entender todo esse engenhoso plano de dominação, que emana de uma força controladora, para além do materialismo, pois, todos esses líderes sanguinários são partes integrantes de uma estratégia ainda maior, que visa à implantação de um governo único, também conhecido como Ditadura do Anticristo. Seu chefe? O Inimigo Cósmico, Satanás. Essa é a História que não se conta por ai, pois estava camuflada, mas que agora se faz evidente aos nossos olhos. Quem tem ouvidos, ouça.

Bokko Haram: uma das faces assassina no islamismo

Apesar de mais de um milênio ter se passado desde as Cruzadas, parece que ela está bem viva, pelo menos para o grupo terrorista islâmico Bokko Haram. Tendo como objetivo a concretização de um Estado inteiramente islamita na Nigéria, este grupo anda exterminando todo foco de cristianismo que se faz presente em seu maligno caminho.  Desde janeiro desse ano centenas de pessoas – sobretudo, missionários cristãos – foram mortas ou feridas em seus ataques.

GENOCÍDIO: AS 10 MAIORES COVARDIAS (SÉCULOS XIX E XX)

Genocídio é a palavra que designa uma quantidade de assassinato enorme. Dos 10 extermínios em massa mais destruidores dos séculos XIX e XX, 3 foram cometidos pela Alemanha – dessas, 2 tiveram como autor a centelha maligna comandado por Adolf Hitler, o nazismo.

 

10. Hererós e Namaquas

 

QUANDO – 1904-1907

VÍTIMAS – 65 mil hererós e 10 mil namaquas

AUTOR DO CRIME – Alemanha

Foi o primeiro genocídio do século 20, na região onde hoje fica a Namíbia. Os poucos que não foram expulsos para o deserto de Kalahari acabaram nos campos de concentração, identificados por números e obrigados a trabalhar até a morte. Metade dos namaquas e 80% dos hererós foram mortos (os judeus perderam cerca de 35% de seu povo durante o massacre nazista). Um século depois, os alemães pediram desculpas, mas não ofereceram nenhuma compensação.

CRUELDADE – Os alemães ainda envenenavam os poços pelo deserto. Anos depois, ossadas foram achadas em buracos – as pessoas cavavam com as próprias mãos em busca de água.

9. Terror no Timor Leste

 

QUANDO – 1975-1999

VÍTIMAS – 150 mil timorenses

AUTOR DO CRIME – Indonésia

Quando essa ex-colônia portuguesa no sudeste da Ásia foi ocupada pela Indonésia, experimentou o inferno: plantações foram queimadas com napalm e seus reservatórios de água foram envenenados. E cerca de 20 mil pessoas “desapareceram”. Mesmo em protestos pacíficos a repressão era brutal. Em 1991, 400 estudantes foram fuzilados em um cemitério por causa de uma passeata, diante de jornalistas do mundo inteiro.

CRUELDADE – Em 1999, antes de sair do Timor, milícias indonésias mataram 61 pessoas que estavam escondidas numa igreja. A atrocidade ficou conhecida como Massacre de Liquiçá.

8. Crueldade na Bósnia

QUANDO – 1992-1995

VÍTIMAS – 200 mil bósnios mortos, 2 milhões de refugiados

AUTOR DO CRIME – Milícias e exército sérvio

Quando a antiga Iugoslávia se separou em vários Estados, os sérvios tentaram abocanhar o máximo de território. Quem mais sofreu foram os bósnios. Milhares foram executados e enterrados em valas comuns, enquanto a Europa e os EUA só assistiam. Em Srebrenica, milícias sérvias, no nariz das tropas da ONU, mataram 8 mil homens entre 12 e 60 anos.

CRUELDADE – Cerca de 40 mil mulheres bósnias foram sistematicamente estupradas. E quando engravidavam eram obrigadas a dar à luz.

7. Revolta Circassiana

QUANDO – Últimas décadas do século 19

VÍTIMAS – 400 mil circassianos mortos, 1,2 milhão de exilados

AUTOR DO CRIME – Império Russo

Por volta de 1860, os russos estavam terminando de dominar o Cáucaso e a região da Chechênia. Mas no seu caminho estavam os circassianos. Foi quando o general Yevdokimov obrigou os nativos a se mudar para o vizinho Império Otomano. Para garantir que os montanheses fossem realmente embora, os soldados destruíram aldeia por aldeia.

CRUELDADE – A limpeza étnica foi tão completa que hoje ninguém mais na região do Cáucaso fala os idiomas dos povos circassianos.

6. Porajmos, a caçada aos ciganos

QUANDO – 1939-1945

VÍTIMAS – 500 mil romanis (ciganos)

AUTOR DO CRIME – Nazistas

Quando os nazistas chegavam aos acampamentos ciganos, matavam com requintes de crueldade. Muitas vezes, eles nem faziam a seleção na chegada aos campos de concentração – acabavam com todos.

CRUELDADE – Um dos casos mais macabros do humanóide médico nazista Josef Mengele é o dos gêmeos ciganos Guido e Ina, costurados um ao outro, pelas costas, como siameses. A mãe matou os dois com morfina para terminar com o sofrimento.

5. Massacre em Ruanda

QUANDO – Abril de 1994

VÍTIMAS – 700 mil tÚtsis mortos e 200 mil refugiados; centenas de hútus mortos

AUTOR DO CRIME – Milícias Hútus

Durante cem dias, milícias hútus promoveram um banho de sangue nesse pequeno país africano, na tentativa de exterminar os tútsis, outro grupo étnico. Além da barbárie, o que mais chocou o mundo foi a posição passiva da ONU e das grandes potências, que assistiram à carnificina sem intervir. Ao final, guerrilheiros tútsis tomaram o país. Aí, foi a vez de 2 milhões de hútus, com medo de vingança, deixarem a região.

CRUELDADE – A principal arma usada para matar os tútsis eram as machetes (facões). Milhares delas foram importadas da China meses antes, num ato calculado de preparação.

4. Morte em massa na Armênia

QUANDO – 1915-1917

VÍTIMAS – 1,5 milhão de armênios mortos, 500 mil deportados

AUTOR DO CRIME – Turcos otomanos

Na Primeira Guerra, acusados de traição e de conluio com os russos, 2 milhões de armênios foram obrigados a deixar suas casas e marchar até uma região desértica próxima da Síria, onde eram deixados para morrer. É considerado o primeiro genocídio moderno em larga escala, feito de forma organizada (serviu de inspiração para Hitler, que sempre o citava como exemplo). Até hoje, a Turquia nega o massacre.

CRUELDADE – Quem “escoltava” os armênios até o deserto eram grupos paramilitares formados por ex-presidiários, que estupravam, roubavam e matavam os exilados durante a jornada.

3. Sangue no camboja

QUANDO – 1975-1979

VÍTIMAS – 1,7 milhão de pessoas

AUTOR DO CRIME – Khmer Vermelho

Pol Pot, líder dos comunistas que tomaram o poder no Camboja, resolveu “limpar” o país não de uma etnia específica (embora minorias chinesas e vietnamitas tenham sido dizimadas depois), mas de todos os que pensassem de uma maneira anticomunista. Quem não foi fuzilado na hora foi para campos de reeducação, onde trabalhavam até a morte. É o mais famoso autogenocídio da História.

CRUELDADE – O desprezo pela vida marcava o lema do maligno Khmer Vermelho: “Manter você vivo não nos traz nenhum benefício. Destruir você não será nenhuma perda para nós”.

2. Genocídio ucraniano

QUANDO – 1932-1933

VÍTIMAS – 3 milhões de ucranianos

AUTOR DO CRIME – União Soviética

Decidido a transformar a Ucrânia e sua produção de trigo numa fortaleza do comunismo, Stálin resolveu “limpar” a região do que mais o incomodava: os ucranianos. Eles não podiam falar seu idioma, foram perseguidos pelo serviço secreto e deixados sem comida. Bandidos cobravam preços abusivos no mercado negro, crianças eram abandonadas e até canibalismo  foi visto no que ficou conhecido como Holomodor.

CRUELDADE – Stálin lançou a “lei das cinco espigas”. Quem fosse preso pegando comida para si mesmo era acusado de roubar o Estado. Pena: dez anos de trabalhos forçados ou até a morte.

1. Holocausto judeu

QUANDO – 1939-1945

VÍTIMAS – 6 milhões de judeus

AUTOR DO CRIME – Nazistas

Além da quantidade, o mais assustador foi a forma quase industrial como os judeus foram massacrados. No auge dos campos de concentração, as roupas, dentes, cabelos e até os cadáveres eram reaproveitados pelos nazistas. Homens mais fortes trabalhavam até a morte, os “improdutivos” iam direto para as câmaras de gás e outros eram simplesmente executados (calcula-se em 1,4 milhão) em operações de “limpeza”. Tudo isso para promover a raça maligna de deuses arianos.

CRUELDADE – O massacre também se deu de outras formas. Cerca de 800 mil judeus morreram de febre tifóide, desnutrição e outras doenças ao ficarem confinados nos chamados guetos.

Sem sombra de dúvidas, muitos mais houveram que aqui não foram expostos – a Guerra contra o Paraguai (1864-1870), por exemplo, deixou o país praticamente sem o gênero masculino, segundo o pesquisador Julio Chiavenatto, mais de 90% dos homens morreram.

O século XXI não foge dessa realidade caótica. Em cada parte do planeta milhares de pessoas morrem todos os dias, com requintes de crueldade. Na próxima edição sobre genocídio listaremos crimes brutais dessa aurora milenar e, não menos, apocalíptica.

 

A grande estratégia

Por Pedro Salomão

Vivemos envolto a uma Guerra de proporções inimagináveis – a guerra universal. Essa Guerra possuiu/possui, durante a História, diversas partes, onde notamos a ação dos malignos na tentativa de corromper o maior número possível de humanos – destruindo nações, manipulando escritos, sacramentando a doutrina do terror sob um mar de sangue.

Pois bem, o diabo sempre foi um estrategista de grandes confrontos, a ponto de planejar e executar a morte de Jesus Cristo – nosso irmão e comandante. Mas, é importante ressaltar, que muito maior que as estratégias de Satanás são as estratégias de Deus. A ponto de utilizar o próprio inimigo para vencer o mesmo. Afinal, o diabo se deleitava em sua vaidade quando executou a morte de Jesus, quando logo fora surpreendido com sua ressurreição, e mais, o livramento de todos aqueles “filhos do pecado” por amor do Seu nome. A maior missão de Guerra da História.

Hoje vivemos, de igual modo, num mundo onde o Diabo novamente investe duramente contra a humanidade. Chegamos a um número exorbitante de 7 bilhões de pessoas – grande parte vivendo em condições precárias. A guerra, a luxúria e tantos outros pecados escrevem uma trágica História nesse começo de século XXI. A mídia cresceu avassaladoramente destruindo a criticidade e alienando o povo ao escravismo intelectual.  Junto com ela, outros aparelhos ideológicos surgem a todo o momento, numa tática de “dividir para conquistar”.  No cenário aqui estabelecido se encontra a RESISTÊNCIA VIVA. Guerreiros selecionados por Deus para combater as hostes malignas que imperam no mundo. Nesse sentido, devemos perceber as mãos do Senhor dos Exércitos no comando de nossa tática de batalha; NADA NOS ABALARÁ! SEREMOS VENCEDORES EM CRISTO, POIS ELE NOS CONFIRMOU QUE AQUELE QUE FAZ O DESIGNADO, ESTE SERÁ HONRADO – NÃO AQUI, MAS NA ETERNIDADE, POIS ESSE MUNDO JAZ NO MALIGNO.

Nossa batalha não termina aqui, começa aqui!